Apologia a um Velho Conhecido
- Luis Filipe Chateaubriand
- 22 de fev. de 2020
- 1 min de leitura
Na terça feira, dia 18 de Fevereiro de 2020, estava eu em um restaurante na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, almoçando com meu velho amigo Cláudio Miranda.
Como diria o poetinha Vinícius de Moraes, “de repente, não mais que de repente”, quem adentra no recinto?
Ele, Washington Rodrigues, o Apolinho, o bom e velho Apolo!
Um conhecido de nada mais de 40 anos, pois o escuto comentando jogos de futebol – pela Rádio Nacional, depois pela Rádio Globo, depois pela Rádio Tupi – desde 1978!
Lá estava ele, também almoçando, com a família.
Como soube depois, através de uma publicação dele pelo Facebook, era um almoço de despedida, pois sua filha está se mudando para Portugal – esse país maravilhoso, onde nasci.
Não conheço o Washington pessoalmente.
Certa vez, em 1992, fui até a Rádio Globo, tentar falar com ele, sobre um trabalho sobre o calendário do futebol brasileiro, que havia escrito (o primeiro de muitos...).
Não dei sorte... ele havia viajado, com o “garotinho” José Carlos Araújo (esse, sim, conheço pessoalmente) para a Inglaterra, para a transmissão de um amistoso da Seleção Canarinho contra o English Team.
Não importunei o Velho Apolo, o deixei almoçar sossegado.
Mas foi legal estar próximo a um ícone do jornalismo esportivo brasileiro, autor de expressões como “batom na cueca”, “briga de cachorro grande” e “mais feliz do que pinto no lixo”.
Grande Apolo, tudo de bom, grande fera!
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